Vista panorâmica da cidade de Québec
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quinta-feira, 2 de junho de 2016

Viagens com Sinorama

Olá aos leitores do Diário,

A vida e o tempo não pára por aqui.
A primavera acabou de passar e estamos entrando no verão.
Estamos com dias bem quentes e alguns chuvosos, mas já não usamos casaquinhos faz tempo.
Viajamos até Ottawa para conhecermos o festival de tulipas e nos surpreendemos com a beleza, a quantidade e os mais variados tipos de flores. Simplesmente belíssimo!







Visitamos alguns museus e percebemos que a primeira língua falada era o francês, pois pensávamos que só encontraríamos pessoas falando inglês, especialmente atendimento ao público, mas para a nossa surpresa nos recepcionavam com o francês, exceto uma pizzaria em que a recepcionista só falava inglês.  Achamos a cidade um pouco parecida com Montreal.

Parlamento de Ottawa

Muséu da civilização

Museu da civilização


Fizemos um passeio de barco em torno do museu da civilização e arredores e valeu a pena conhecer o parlamento pessoalmente.

Adoramos viajar, mas como recém chegados não podemos nos dar o luxo de viagens caras e longas e foi ai que encontramos uma agência de viagem chamada SINORAMA.

Ela é uma agência chinesa espalhada por todo o Canadá. Oferece viagens e excursões de ônibus, avião, cruzeiros, para todo o Canadá, EUA, Europa, China e diversos países, enfim, vale muuuuuito a pena. Além disso o preço é bastante atrativo, me atrevo a dizer que é bem barato, só pra vocês terem idéia, pagamos 4$ cada um pela viagem!!!!! Isso não paga nem a gasolina, no entanto a agência pedi que paguemos duas atrações da viagem como por exemplo entrada de dois museus, pois a entrada de museus e outros passeios não estão inclusas, sem falar que está sempre fazendo promoções. O ônibus é bem confortável, com janelas panorâmicas, tv e guia de viagem. Já viajamos para vários lugares no Canadá com eles e adoramos.

Fica a dica pra quem já mora por aqui e/ou pra quem vem como turista.

Caros leitores, estou meio sem idéia para postagens, mas vocês podem sugerir se quiserem ou mesmo nos fazerem perguntas ou dúvidas e posso escrever sobre. Aguardarei nos comentários.

Até a próxima!

sexta-feira, 6 de março de 2015

A viagem e a Lei de Murph

Olá Diário,

Finalmente estamos em terras canadenses e escreverei o meu primeiro post relatando como foi a nossa viagem e chegada em Montreal.

Para aqueles que acompanham o nosso Diário, tá ligado que o nosso melhor amigo é Murphy, Rsrsrsrs.

Rapaz, a nossa viagem foi complicada do início até o fim, as vezes me pergunto porque tudo pra nós tem que ser mais difícil, enfim...

A correria começa quando na noite anterior à viagem, estávamos fechando a última mala e faltou energia em todo o bairro, Oi?! 

Exatamente, justo no momento mais tenso e quando mais precisávamos. Eu sabia que a energia demoraria para voltar, já era mais de meia noite e "desmaiei" de sono com a roupa do couro por cima de mala e tudo de troço em cima da cama.

Pela manhã bem cedo, acordei num pulo e corremos para arrumar a última mala, quando percebemos que muita coisa ficou de fora, resolvemos que levaríamos mais uma mala e pagaríamos excesso de bagagem, pois só assim ficaríamos mais tranquilos.

Terminamos de arrumar tudo as 11h30 da manhã e já prontos para sair, meu maridinho procurou por sua carteira que nela estava o seu cartão de crédito internacional, o qual seria usado logo na nossa chegada para pagar o aluguel. 

Todos já estavam no aeroporto enquanto meu pai, meu marido e eu procurávamos desesperadamente a bendita carteira. Tiramos toooodas as malas que já estavam milimetricamente organizadas dentro do carro, abrimos todas elas e as arrumamos de novo. Todos oravam pedindo a Deus que a carteira aparecesse e finalmente após uma hora de busca a encontramos num lugar inusitado e impossível de imaginar, na mochila do meu marido em meio a muitos "cacarecos". Agora faltávamos meia hora para fazermos o check-in e entrarmos na sala de embarque.

Chegamos ao aeroporto do Recife, corremos para o check-in, pagamos 345 reais por uma mala de 28 kg, nos despedimos dos familiares e amigos e corremos para a sala de embarque. Fomos literalmente os últimos a entrar na aeronave, enquanto todos sentados olhavam desconfiados um casal com tanta bagagem e euforia. Resultado; sentamos longe um do outro e já não tinha espaço nos bagageiros para nossas bagagens de mão, incluindo um violão, até que dois comissários resolveram nos ajudar e o violão foi lá na frente próximo ao piloto mesmo, rsrsrsrss.

Chegando em São Paulo, corremos, eu disse CORREMOS para o oooooutro lado do aeroporto de Guarulhos, terminal 3, para fazermos check-in na Air Canadá. 
Depois de muita correria e confusão de placas e informações desencontradas, achamos o stand da Air Canadá e descobrimos que naquele exato momento acontecia o embarque para Toronto. A moça na bancada simplesmente disse: Corraaaaaam! Olhei para o meu marido e gritei: "Corre negadaaaa". Rapaz, o portão de embarque era no fim do mundo, parecia que não chegaríamos nunca e mais uma vez fomos uns dos últimos a embarcar.

E quando tudo parecia tranquilo, já sentados na poltrona....chegou um casal com um bilhete nas mãos dizendo que aqueles lugares onde estávamos eram deles. Como assim?!?!?! De fato, os lugares que havíamos comprado não eram os mesmos e só percebemos ao entrarmos no avião. O que aconteceu foi que trocaram a aeronave e nossos lugares sofreram alterações, até ai tudo bem, se nossos lugares não estivessem bem no meio, ou seja, ficamos centralizados nas três cadeiras no meio da aeronave, o que é terrível pra mim, pois tenho escoliose e para dormir preciso me "escorar" na janela.

Tá, dei um piti com meu marido, tadinho, e senti vontade de chorar, torcendo para que aquele dia terminasse logo, no entanto, percebi que haviam dois lugares justamente ao lado da janela e ao ver que todos já haviam embarcado, demos uma voadora para as cadeiras vagas e viajamos numa boa.

No voo rolou um pouco de turbulência, comida razoável, mas o que me incomodou mesmo foi que mesmo desmaiando de sono não conseguia dormir, aaaah inveja de quem dorme em avião.

Ao chegar em Toronto a correria não acabou. Mais uma vez corremos literalmente pelo aeroporto até chegarmos na aduana e ai começa a melhor parte.  Nos deparamos com uma agente e perguntamos em francês em que fila deveríamos entrar e ela simplesmente não entendeu e nos perguntou se falávamos inglês. What?! Achei aquilo tosco mas tudo bem. Perguntamos em inglês, e entramos na fila, e que fila meu amigo! Fomos recebido por um carinha que olhou nossos passaportes nos perguntou algumas coisas que não lembro mais e nos encaminhou à sala de imigração.

Entramos na sala, pegamos mais uma fila e nos direcionamos a um guichê. O agente olhou nossos passaportes, Certificado de Residente Permanente, CSQ e nos perguntou se já tínhamos um endereço no Canadá, dissemos que sim e ele pediu um comprovante, e meu maridinho esqueceu de imprimir o bendito contrato de aluguel. Oh, Deus! O cara simplesmente sismou conosco e chamou uma tradutora, que por sua vez veio do quinto do inferno, Ohhhh mulher antipática, falava entre os dentes, e revirava os olhos ao falar, deu pra imaginar?

A própria bruxa do 71

O danado é que nós entendíamos tudo o que o agente falava, mas não teve jeito, tínhamos que esperar a doida lá traduzir pra podermos responder, detalhe; tínhamos que responder olhando para ele, enquanto ela traduzia, pois em um momento respondemos olhando pra ela e levamos um fora, houve até uma vez que o agente perguntou algo para o meu marido e eu instintivamente respondi junto com ele, e levei um outro fora da doida, que tocou em meu braço rispidamente e falou: "Não responda, pois a vez é dele responder!" Aff, minha senhora. 

Pra piorar, o agente perguntou quanto tínhamos em dinheiro e ao falar meu maridinho já cansado, confuso e doido pra sair dali respondeu numa quantia em reais, kkkkkkkkkkkkk. 
Rapaz isso deu uma confusão, pois não conseguimos ainda transferir nosso dinheiro para o banco no Canadá, e só tínhamos 1.600 dólares em espécie e meu marido imprimiu um extrato da conta bancária no Brasil, mas lá o valor estava em reais e a doida perguntava em dólares, enquanto meu marido perguntava se o agente teria uma calculadora e sabia quanto tava o câmbio do dia, kkkkkkkkkkkkkkk. 
Gente, só consigo rir de tudo isso agora, porque na hora bateu desespero, ninguém entendia ninguém e a tradutora só fazia piorar a situação, vale salientar que só possuíamos uma hora e meia para embarcarmos no voo para Montreal tá.

Depois de muita confusão de idiomas e cálculos, demos um valor aproximado e partimos para sala de embarque.
Fica a dica: 

1. Se você já possui um contrato de aluguel, leve o endereço e code postal, pois será para este endereço que será enviado o RP;
2. Tenha certeza do valor que você está trazendo em dólar e com comprovante e extrato, pois ele irá pedir, lembrando dos valores mínimos por pessoa.

Mas você acha que Murphy nos deixou? Ao chegarmos na sala de embarque descobrimos que perdemos o voo. Ahahahaha! Quero sentar e chorar por favor!

Entramos em mais uma fila, despachamos as malas e embarcamos após uma hora, e mais uma vez fomos os últimos a entrar e sentamos longe um do outro. Ah, estávamos com um casal de amigos que viajavam conosco desde São paulo e que também perdeu o mesmo voo. 
O triste da história deles é que por estarmos atrasados, eles despacharam suas malas por último e infelizmente  duas de suas malas foram extraviadas, e até o momento não as encontraram (assunto para um próximo post).

Ao chegarmos no aeroporto de Montreal ligamos para o nosso amigo que nos pegaria no aeroporto e ao sairmos levamos um choque, sim, um choque de temperatura, nossas modestas roupas de frio brasileiras não davam conta de um tempinho de nada na rua, enquanto colocávamos nossas malas no carro, neste dia estava com temperatura -11° e ventava muito.

Nosso amigo nos deixou no Studio e tudo o que sentimos foi vontade de deitar na cama e dormir já sem forças, exaustos e super estressados e são nestes momentos de limite extremo, que Deus nos envia amigos que são verdadeiros anjos. 
Nos enviou um amigo para nos buscar no aeroporto com seu carro quentinho e uma pronta ajuda com as malas e telefonemas, e logo depois nos enviou uma amiga com abraços tão calorosos que nos aqueceu naquela manha fria. Além de abraços e muitos conselhos, ela havia comprado uma pequena feirinha com pães, queijo, presunto, suco, e ainda deixou conosco um carrinho de compras que muito tem nos ajudado, sem falar de todo o amor e atenção que tem nos dado. Sorte nossa termos amigos mais chegados que irmão, obrigada Luciana Siqueira e Grimaldo.

No próximo post contarei os nossos primeiros passos na terrinha gelada e nossas primeiras impressões.

Até lá Diário.

domingo, 7 de setembro de 2014

A saga das passagens aéreas


"É, agora não dá mais para cortar o fio vermelho, a bomba já foi acionada, contagem regressiva." Esta foi a frase que o meu marido disse quando finalizamos a compra de nossas passagens aéreas.

Desde janeiro ficávamos de olho nos preços das passagens. Confesso que me assustei com os valores, vimos preços absurdos e também algumas promoções, mas não para o período que precisávamos. 

Quando decidimos o mês que iríamos, nos detivemos em pesquisar bastante. Decolar, Submarino Viagens, sites de promoção coletiva, melhores destinos, sites estrangeiros, todas as companhias aéreas, agências de viagens e todo tipo de ajuda e dicas. 

Dentre algumas dificuldades que encontramos, além do preço alto, foi o tempo de conexão entre um voo e outro, alguns chegavam até 36h!!!! Fala sério...A COPA tinha várias promoções mas o seu tempo de conexão era horrível, além disso algumas pessoas que utilizaram suas aeronaves não nos recomendaram, então não iríamos arriscar, afinal são muitas horas de viagem pra se voar desconfortável.

Tentamos milhas, mas assim que iríamos comprar pela AA a promoção havia acabado. Pela Decolar, alguns trechos estavam melhores mas conheci duas pessoas que tiveram problemas no pós compra quando precisaram marcar assentos, então decidimos que não valeria a pena arriscar nossos assentos. Por fim, tendo como base todas as informações que tínhamos, ficamos entre a CVC e a Canadá Turismo.

A CVC já é bastante conhecida e dispensa apresentações. Todos os anos viajamos com eles e nunca tivemos problemas. Seu dólar estava por 1,99 e tínhamos a vantagem de escolher os assentos pessoalmente, além de termos um desconto à vista.


A Canadá Turismo nos foi apresentada em 2009 quando iríamos para o Canadá como viagem de prospecção e o Consulado negou nossos vistos. Já tínhamos comprado as passagens e um pacote terrestre por esta agência e eles nos devolveram todo o dinheiro sem cobrar multa e, portanto, ganhou nossa admiração. A deixamos em stand by.

Esta agência existe desde 1988 e seus pacotes são específicos para o Canadá. Apesar de possuir roteiros para outros países, eles possuem uma parceria direta com a Air Canadá e por isso suas tarifas podem ser melhores.

Deste modo, depois de muita pesquisa, comparação e negociação, fechamos com a Canadá Turismo no valor de 4.387,56 reais para duas pessoas, saindo de Recife-SP (Gol), SP-Toronto (Air Canadá), Toronto-Montreal (Air Canadá). O tempo de conexão também ficou ótimo em Guarulhos (3h) e Toronto (2h15m), onde até então só havíamos encontrado conexão de 1h15m. Esse tempo extra foi providencial porque sabíamos da grande possibilidade de perdermos o voo para Montreal, pois além de pegar malas e despachá-las novamente em um novo check-in, passaremos também pela Imigração e isso nos tomará algum tempo.

Portanto, passagens compradas para Março de 2015 e a contagem regressiva começa em 3, 2, 1...


segunda-feira, 30 de julho de 2012

De Paris ao Brasil

Caminho para a Torre Eiffel
Amigos do Diário,

Foi uma Viagem maravilhosa, cansativa, mas fantástica.
Um lugar belíssimo e encantador.
Palácios, museus, monumentos, parques, jardins...enfim, foram muitos os lugares que conhecemos e tantos outros que deixamos de ver.

Se você deseja conhecer mais de Paris recomendo no mínimo 15 dias e pra ver muito mais e tranquilamente, um mês, seria o ideal.

Com relação ao nosso francês...bem, descobri que NADA SEI, na verdade em uma conversa com um nativo dá até pra entender o que falam, vai lá, uns 70%, mas quando falam entre si, pensava; "Que lingua é esta pelo amor de Deus", conclusão, acabamos utilizando mais o inglês do que o nosso pobre francês.


Isto nos mostra o quanto teremos que ralar para nos comunicar, nada é mais dificil do que a vontade de se comunicar e não conseguir, e isto foi só por turismo, já imaginou morar num lugar assim? Ai meu Deus.

Valeu a experiência.

O que mais gostamos?
  • O metrô (funciona muito bem);
  • O Museum Pass;
  • O Palácio de Versaillhes, Louvre, Museu de Orsay, os jardins de Luxemburgo;
  • O sorvete e o croissant;
  • Queima de fogos no dia 14 de Julho (Revolução Francesa)em frente a Torre Eiffel.
O que não gostamos?
  • Muitos Turistas (em alguns lugares);
  • Cigarro (todos fumam);
  • Montmartre na Sacre Couer (presença de muitos golpistas e sujeira pelas ruas)
  • Jambon (quase tudo tem Jabon - presunto crú)
Mitos:
  • Garçons e franceses te tratam mal se você não fala em francês;
  • Franceses fedem (quem cheirava mal eram os turistas);
  • Em todo restaurante você é obrigado a dar gorjeta.
Verdade:
  • Tem muito turista em julho, especialmente orientais e mulçumanos;
  • Encontrava mais brasileiros em centros comerciais; 
  • Francês adora ficar sentado em qualquer jardim ou degrau do Rio Sena contemplando, pensando, lendo, bebendo vinho ou fazendo pequinique, ah, e muitos fumando também.
Bem, como este não é "O Diário Paris Brasil", encerro por aqui o meu relato, mas para quem vai viajar e quiser algumas dicas, é só enviar um e-mail e terei o maior prazer em ajudar.

Algumas fotinhas

Catedral de Notre Dame


Arco do Triunfo
Palácio de Luxemburgo
Museu do Louvre

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Nous allons à Paris!


Bem, amigos do Diário,

Cansamos de esperar e de economizar...Nous allons à Paris!
Ulalá!!!!!


Todo ano no mês de julho viajamos para algum lugar, e este ano decidimos treinar nosso francês em um dos lugares mais lindos do mundo.

Como arte/educadora será uma realização cultural, e como bons mochileiros, o que não vai faltar são lugares para explorar.
Ficaremos a 800 metros da Torre Eiffel e bem próximos das principais atrações turísticas.

Queremos ouvir, ler e falar em francês em terras francesas.
Assim que voltarmos postarei fotos. 

Au revoir mes amis!!!!

Pra quem quiser curtir a maior foto de paris 26 gigapixels
 

Linda Québec! E o Hotel Château Frontenac